Rio Grande do Norte sofre desabastecimento de gás

O Rio Grande do Norte está sofrendo desabastecimento de botijões de gás de cozinha, segundo o sindicato de revendedores do produto. A falta do produto se deve ao atraso do navio que faz a distribuição para o estado.

Segundo o presidente do Sindgás-RN, Francisco Santos, o navio que deveria ter chegado ao Rio Grande do Norte no começo desta semana está com problemas técnicos e passa por manutenção no estado do Ceará desde a terça-feira (15). 

De acordo com ele, já estão faltando botijões nas distribuidoras de todo o RN. Das 840 lojas, pelo menos 15% delas já estão sem estoque para venda. Francisco apela à população que só compre botijões quando realmente estiver faltando e pede que não faça estoque do produto. 

De acordo com o Sindgás-RN, há botijões suficientes para aguardar a chegada do navio na próxima semana, pois algumas revendas podem suprir a falta do produto. A previsão de chegada da nova remessa ao estado é entre a próxima terça (22) e quarta-feira (23).

O gás liquefeito de petróleo (GLP), o popular botijão de gás de cozinha, passou a ser comercializado por até R$ 130 desde o dia 12 de março no Rio Grande do Norte. O valor sofreu reajuste em virtude do aumento anunciado pela Petrobrás de 16,1% para as distribuidoras.

Segundo o presidente do Sindgás-RN, Francisco Santos, o navio que deveria ter chegado ao Rio Grande do Norte no começo desta semana está com problemas técnicos e passa por manutenção no estado do Ceará desde a terça-feira (15). 

De acordo com ele, já estão faltando botijões nas distribuidoras de todo o RN. Das 840 lojas, pelo menos 15% delas já estão sem estoque para venda. Francisco apela à população que só compre botijões quando realmente estiver faltando e pede que não faça estoque do produto. 

De acordo com o Sindgás-RN, há botijões suficientes para aguardar a chegada do navio na próxima semana, pois algumas revendas podem suprir a falta do produto. A previsão de chegada da nova remessa ao estado é entre a próxima terça (22) e quarta-feira (23).

O gás liquefeito de petróleo (GLP), o popular botijão de gás de cozinha, passou a ser comercializado por até R$ 130 desde o dia 12 de março no Rio Grande do Norte. O valor sofreu reajuste em virtude do aumento anunciado pela Petrobrás de 16,1% para as distribuidoras.

“Quem tem estoque vai continuar vendendo com o preço antigo, mas quem vai recebendo estoque novo, já faz o repasse com preço novo. A orientação aos nossos revendedores é de repassar o preço somente quando receber o botijão com preço novo da Petrobrás”, explicou, na semana passada, o presidente do Sindicato dos Revendedores Autorizados de Gás Liquefeito de Petróleo (Singás-RN), Francisco Correia.

O valor sofreu o reajuste em função do aumento de 16,1% para as distribuidoras, anunciado pela Petrobrás no dia 09. Segundo a estatal, a variação foi de R$ 3,86 para R$ 4,48 por kg, equivalente a R$ 58,21 por 13kg.
O produto não era reajustado há 152 dias. No país, atualmente, o preço médio do botijão de gás de 13 kg era de R$ 102,64, segundo pesquisa da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). No RN, o preço médio na semana entre 27 de fevereiro e 05 de março era de 109,49, podendo chegar a preço máximo de R$ 120.

“Após  serem observados preços em patamares consistentemente elevados, tornou-se necessário que a Petrobras promova ajustes nos seus preços de venda às distribuidoras para que o mercado brasileiro continue sendo suprido, sem riscos de desabastecimento, pelos diferentes atores responsáveis pelo atendimento às diversas regiões brasileiras: distribuidores, importadores e outros produtores, além da Petrobras”, disse nota da estatal.

Alta 
As elevações nos preços de combustíveis costumam se espalhar por outros produtos e serviços da economia, contaminando a inflação como um todo, declarou Pedro Kislanov, gerente do Sistema de Índices de Preços do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

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