ELEIÇÕES 2022: Datafolha: Bolsonaro cresce e chega aos 26%; Lula lidera com 43%


Pesquisa foi realizada entre terça e quarta-feira desta semana. Margem de erro é de dois pontos percentuais.

Restando pouco mais de seis meses para o primeiro turno das eleições, pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira aponta que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) segue liderando a disputa pela Presidência com 43% das intenções de voto. O presidente Jair Bolsonaro (PL) aparece em segundo lugar com 26%. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

Mais atrás, aparecem os candidatos do Podemos, Sergio Moro, com 8%, e do PDT, Ciro Gomes, com 6%.

Em relação ao levantamento anterior, de dezembro do ano passado, o Datafolha aponta uma distância menor entre Lula e Bolsonaro. Na ocasião, o petista oscilava entre 47% e 48% das intenções de voto, a depender do cenário, enquanto o atual presidente variava entre 22% e 21%.

As duas pesquisas, contudo, não são diretamente comparáveis, já que houve mudanças na lista de candidatos. A pesquisa de dezembro tinha nomes como os do senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE) e o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), que se retiraram da disputa posteriormente. Por outro lado, foram incluídas agora as pré-candidaturas de André Janones (Avante), Vera Lúcia (PSTU) e Leonardo Péricles (UP).

Veja o percentual de intenções de voto dos candidatos – Cenário 1:

Lula (PT) – 43%

Bolsonaro (PL) – 26%

Sergio Moro (Podemos) – 8%

Ciro Gomes (PDT) – 6%

João Doria (PSDB) – 2%

André Janones (Avante) – 2%

Simone Tebet (MDB) – 1%

Felipe D’Ávila (Novo) – 1%

Vera Lúcia (PSTU) – 1%

Leonardo Péricles (UP) – não chegou a 1%

Brancos ou nulos – 6%

Não souberam responder – 2%

Outros cenários

O Datafolha testou ainda um cenário com o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB), como candidato no lugar do governador de São Paulo, João Doria (PSDB). Doria venceu as prévias do PSDB no fim do ano passado. Leite, no entanto, avalia um convite do PSD para concorrer à Presidência, além da possibilidade de concorrer pelo próprio PSDB no lugar de Doria — hipótese estimulada por aliados.

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