“Política do fique em casa, lockdown e toque de recolher foi desumana”, diz Bolsonaro no RN

"Eu não errei nenhuma durante a pandemia", disse o presidente.

Em sua passagem pela cidade de Jucurutu, no Seridó potiguar, durante a manhã desta quarta-feira 9, o presidente Jair Bolsonaro comentou sobre a pandemia da Covid-19. Na avaliação do gestor, as políticas relacionadas ao lockdown, fique em casa e toque de recolher foram “desumanas”. Além disso, foi falado que em seu governo não houve obrigatoriedade da vacinação.

“Muitos trabalhavam de manhã e de tarde, para levar um prato de comida, a noite, para a sua casa. E a política do ‘fique em casa’, lockdown e toque de recolher foi desumana. Tanto é que, hoje, muita gente, institutos e a própria OMS reconhece que foi ineficaz. Não ajudou a combater aí, a evitar mortes, muito pelo contrário, levou muita gente para depressão, para o desespero, destruiu muitos empregos dos outros também. Eu não errei nenhuma durante a pandemia. Fui atacado, covardemente, o tempo todo. Mas a decisão de conduzir a questão da pandemia, segundo decisão do supremo tribunal federal, foi para governadores e prefeitos, tudo bem. Muitos erraram na tentativa de fazer a coisa certa”, comentou.

Já sobre a vacinação, Bolsonaro afirmou que o governo federal foi o responsável pela compra dos imunizantes e não obrigou ninguém a ser vacinado. Para o chefe da União, a decisão tem o objetivo de garantir a democracia.

“Agora ta na hora de reconhecer, ver o que não deu certo lá atrás, que o vírus ainda é uma questão desconhecida por nós, o governo federal comprou cada vacina aplicada aqui em todo o Brasil, não foi governador e nem prefeito, foi o governo federal. E nós em momento nenhum obrigamos ninguém a tomar a vacina. O governo foi bem claro, a nossa liberdade acima de tudo, toma quem quer, não toma quem não quer e ponto final. O nosso governo não exige cartão vacinal, passaporte vacinal de ninguém, é um governo democrático que preza pela liberdade de cada um de vocês, liberdade essa que é um bem maior do povo democrático”, afirmou.

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