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Prefeitura de Jaicós condena jumentos à prisão e sem direito a comida



Jumentos estão presos na terra molhada e sem direito a comida
Quem pensa que já viu a bagaceira completa dessa administração da prefeita Waldelina Crisanto (PRP), se enganou completamente. A cada dia que passa, coisas piores vem à tona, e é uma pior do que a outra.
A mais recente foi a apreensão de jumentos que estavam perambulando pelas ruas cidade. A apreensão em si, tudo bem. O problema é que os jumentos estão presos em um peque curral da prefeitura, ao lado do canil da cidade, no Bairro João Melé, há mais de 20 dias sem comida, num local com a terra molhada.
Nossa reportagem esteve na manhã desta segunda-feira no local constatou os maus-tratos aos animais (jumentos).
Muitos estão visivelmente magros, abatidos. A alimentação que recebem, são galhos de matos que são jogados por moradores do Bairro João Melé.
Um dos jumentos, sem se alimentar há vários dias, não consegue mais ficar em pé (Ver foto abaixo).
Este jumento está fraco, doente, não consegue mais ficar em pé
Os Maus Tratos contra Animais são hoje disciplinados pela Lei 9.605/98, em seu artigo 32, que assim dispõe:
“Art. 32. Praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos:
Pena – detenção, de três meses a um ano, e multa.
§ 1º Incorre nas mesmas penas quem realiza experiência dolorosa ou cruel em animal vivo, ainda que para fins didáticos ou científicos, quando existirem recursos alternativos.
§ 2º A pena é aumentada de um sexto a um terço, se ocorre morte do animal.”
O correto da Prefeitura de Jaicós, após a apreensão nas ruas, seria examiná-los, através der um médico veterinário e dar-lhes total assistência, incluindo boa nutrição.
Você que está lendo esta matéria agora, medite um pouco. Se uma gestão que pratica maus-tratos contra o ser humano, lhe negando o que é de direito, como remédios, exames e outros tipos de atendimentos obrigatórios, imagine com os pobres jumentos.
Os jumentos são animais que precisam de cuidados pontuais. Mas a demora no atendimento aos primeiros sinais de doença pode levar a sequelas como as dermatites, normalmente sazonais, e que ocorrem com maior frequência nas mudanças de estação (inverno/ verão); as pneumonias, mais frequentes nas chuvas; e as cólicas, que podem acontecer durante todo o ano.

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